Arquivo da categoria ‘ficção cientifica’

O Deserto de Sal de Bonneville, no oeste dos Estados Unidos, é o paraíso da alta velocidade. Uma vez por ano, ele vira uma gigantesca pista de corrida – e muitos recordes são quebrados.
Para os já iniciados, o Deserto de Sal de Bonneville, no Estado de Utah, remete a muitas imagens. Veículos futuristas disparados em velocidades insanas, quebras de recordes inimagináveis e super-homens que desafiam a resistência do ar e as leis da física com suas máquinas.

Em Bonneville, tudo é deserto. E mais deserto. Deserto que não acaba mais. Na realidade, é um local que se transforma ao longo do ano. No inverno, a vasta planície cercada de montanhas marrons é um lago formado por uma fina camada d’água. No verão, com a ajuda do forte vento, toda a água evapora e o sal domina a paisagem, de uma brancura quase infinita. É justamente quando isso acontece que surge por lá uma legião de entusiastas, loucos por velocidade. É assim desde o início do século passado.

Este é um modelo de um veiculo para bater recorde de velocidade em pistas longa e retas. Foram usadas peças de vários kits de aviação e militaria e também muitas peças feitas a mão.

 

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Figura 1/20 da Wave que foi modificada para representar um Body Suite atingido em combate e o piloto foi morto, ficando abandonada em um terreno pantanoso.

A vegetação foi feita pelo modelista Evandro e estão a venda aqui no blog na seção de Árvores para Diorama.

Papercraft  é um método de construção de objetos tridimensionais a partir de papel, semelhante ao origami. Contudo, distingue-se em que a construção geralmente é feita com vários pedaços de papel, e esses pedaços são cortados com tesoura e fixados uns aos outros com cola, em vez de se suportarem individualmente.

Um software chamado Pepakura Designer é capaz de converter os polígnos de um arquivo em 3D para um modelo de papercraft.

Nesse trabalho eu usei o Pepakura Designer e baixei o arquivo da máscara na internet.

Folhas impressas.

 

Corte das peças para a dobradura e colagem.

 

Início da colagem.

 

 

 

 

Final da colagem.

 

 

Camada de resina para dar rigidez a peça.

 

Aplicação da fibra de vidro na parte interna da peça.

 

 

 

Aplicação da massa (A mesma massa usada em reparos automotivos).

 

 

 

Durante a fase de lixamento da peça. Foram muitas horas de emassamento e lixamento.

 

 

Fase final. Apos a pintura.

 

 

 

Com a iluminação da mira a laser. Eu usei leds de alta potência.

 

 

 

Nas fases de aplicação da resina, da fibra de vidro e da massa, assim como o lixamento, é aconselhável o uso de luvas e mascaras com filtro.

 

É um trabalho exaustivo, mas o resultado é muito gratificante.

Existem outros modelos de máscaras que em breve mostrarei aqui.

Caveira do Predador Clássico (Primeiro filme de 1987 com Arnold Schwarzenegger que conta a história de um grupo de soldados encurralados por um inimigo invisível em um País da America Central.)

Esse é um kit de vinil com partes de resina na escala de 3/4. Injeção com muitas falhas e rebarbas (deu muito trabalho pra torna-lo apresentável). A junção das partes exige que todas as peças sejam pinadas e coladas com uma mistura de cola de cianoacrilato (super bonder e similares) e pó de resina, o que proporciona uma solda muito eficiente.

Após a montagem todo o kit foi lavado com detergente para eliminar todos os resíduos do desmoldante e proporcionar uma boa aderência do primer. A pintura foi feita com tinta Duco MDK, adiqurida na loja Mania de Kit. Depois foi feita uma lavada (wash) com tinta a óleo diluida em aguarraz. Após a secagem foi retirado o excesso.

Espero que gostem.

Mais um trabalho em Scratch Build. Esse modelo é baseado na forma básica de um escorpião e antes que alguém comente sobre a quantidade de pernas e que escorpião não voa, lembre-se que esse é um modelo de ficção e não uma cópia do organismo. Espero que gostem!.

O modelo foi feito basicamente com chapas de estireno e peças de computador e criatividade.

Este é um kit de excelente qualidade da Moebius. É um kit muito fácil de trabalhar, com poucas rebarbas e um manual de instruções bastante claro.

Como não usei o piloto, consegui umas sobras de photo etched de cabine de aviões e incrementei o cockpit.

Eu resolvi fazer uma versão de pintura personalizada, que não segue os padrões conhecidos dessa nave.

 

As caracteristicas da nave:

Em um acidente aéreo com o protótipo MK VI, O caça demonstrou problemas severos no estabilizador, fazendo com que 2 deles se chocassem no ar, matando os pilotos e enterrando o projeto. Depois do fiasco com o Projeto MK VI, os engenheiros redesenharam o layout do caça, montando os propulsores em uma configuração de pirâmide e com três asas, ao contrario das versões anteriores (exceto ao MK IV) que possuíam apenas duas. O projeto foi batizado de MK VII e desde o inicio mostrou ser a grande esperança dos engenheiros em sua busca por um novo e poderoso caça espacial. Os Vipers MK VII foram introduzidos nas demais naves da frota, substituindo os antigos MK II ainda em serviço.

O MK VII é mais veloz e mais ágil que as versões anteriores e seu sistema de armas, foi aprimorado com três canhões eletromagnéticos de alta-velocidade, instalados na base do caça.  Tendo passado nos testes com louvor, o Viper MK VII foi comissionado e se tornou o caça padrão da Frota. O Viper MK VII foi introduzido para servir a bordo da nova classe de Astronaves de Combate – a Classe Mercury. O Mercury seria a primeira classe de naves a possuir um contingente de Vipers MK VII e levaria a bordo também as novas versões dos Raptors. Outra grande característica do Viper MK VII sãos seus sistemas eletrônicos. Seus sistemas de vôo, navegação e combate estão dentre os mais avançados da frota, permitindo não só uma grande manobrabilidade, como precisão em seus ataques e a troca de informações em tempo real entre o piloto e a frota, tudo graças ao CNP.

O CNP – Command Navigation Program, desenvolvido pelo Dr. Gaius Baltar, foi um revolucionário sistema operacional de navegação espacial que conectava todas as naves da Frota, aumentando a comunicação e eficiência, além de ser virtualmente a prova de invasões. O Viper MK VII foi o caça escolhido para receber o sistema e com isto, se tornou a melhor arma a disposição das 12 Colônias. O CNP, apesar de poderoso, foi o calcanhar de Aquiles das colônias e causou sua queda quando o Holocausto ocorreu. Os Cylons assumiram o controle do CNP e a partir dele danificaram todos os demais sistemas, desativando todas as naves da Frota que estavam conectadas. Todos os caças MK VII que foram lançados em combate, pararam de funcionar, ficando a deriva no espaço e com isto, se tornaram alvos fáceis para os Cylons Riders.

Poucas naves deste modelo existem atualmente e todas elas tiveram seus upgrades no computador removidos, utilizando o sistema dos MK II. Apesar de poderoso, o Viper MK VII se mostrou outro grande fiasco, provando mais uma vez que existe um limite para onde o homem pode evoluir. Os poucos caças deste modelo que sobreviveram ao Holocausto, estão a bordo da Galáctica.

Nome: VIPER
Série: Battlestar Galáctica – Re-imagined Series (RMD)
Modelo: Viper MK-VII;
Conceito: Caça Espacial;
Classe: Interceptador Espacial (Cruzador);
Filiação: Frota Colonial
Dimensões: Comprimento – 9,86m, Largura – 5,61m, Altura – 2,9;
Tipo de Tonelagem: Leve;
Peso: 12,5 ton
Velocidade: Espaço/Subluz – 60% C / Atmosfera – Mach 8 (9,907 kph).
Tripulantes: 01 Piloto;

Esse é mais um modelo do universo “DUST” de Paolo Parente. O kit tem uma injeção de excelente qualidade, porém a folha de instruções resume-se a uma fotografia de uma outra versão do modelo e outra foto mostrando todas as peças desmontadas. Os canos da arma são usinados e de excelente qualidade.

Para quem gosta de ficção cientifica, esse é um kit que não pode faltar na coleção.

Em breve vou colocar o kit em uma base para compor um diorama.